RE: [MEEF] Greve no Pará

     Isso Manoel, qualquer notícia nova vamos enviando pra lista pra saber da conjuntura nacional da greve. Importante identificarmos que essa greve surge por questões mais imediatas e que dizem respeito a carreira docente, mas também por conta da política educacional colocada pelo nosso governo "dos trabalhadores". O REUNI foi implantado há cinco anos nas universidade federais como um plano que faria milagres na universidade pública, atendendo a demanda histórica de ampliação do acesso ao ensino superior. Porém, junto com o beija-flor veio também o morcego, ou seja, a lógica que move o REUNI hoje, que coloca um índice de aprovação de 90% para egressos (aprovação automática), aumenta de 12 para 18 o número de professores por aluno (e a realidade vem mostrando que são muito mais que 18 alunos pro professor) e aqui na UFSM ainda tem  tem um dado apavorante que um professor falou em assembléia: de que o número de área ocupada por aluno na UFSM até 2009 era de 28m quadrados e que hoje há apenas 4m quadrados por aluno, e que em alguns centros da universidade, como o centro de educação, a solução que está sendo pensada é a utilização dos banheiros!!
     Além disso, a nossa formação está indo por água abaixo também. Se não existe qualidade na formação nem com o que temos de estrutura hoje, imagina daqui pra frente? Então que nos organizemos e demos combate a isso que vem ocorrendo, assim como fazem hoje os docentes!


João Genaro Neto

Coordenação de Formação DACEFD                                 

CEPE - ExNEEF Regional 6

 

"O presente não engendra automaticamente o futuro através de uma dinâmica fatal ou espontânea: o futuro precisa lutar para nascer, para assumir uma feição determinada; precisa enfrentar criticamente o presente".  

                                                  Leandro Konder




From: silvajuniormes@hotmail.com
To: meef-nacional@googlegroups.com
Subject: [MEEF] Greve no Pará
Date: Fri, 25 May 2012 05:11:13 +0300

Companheiros, passando aqui para fazer uns repasses sobre a greve dos professores no Pará.

Bom, até agora já adendaram à grefe foram UFPA (Universidade Federal do Pará) e UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará).

No mais, ficarei atento às demais instituições que se adendarem à pauta.

Abraços!


From: vinybrazil@hotmail.com
To: meef-nacional@googlegroups.com
Subject: RE: [MEEF] Movimento Grevista ganha corpo em universidades
Date: Tue, 22 May 2012 22:57:39 +0000

O movimento se intensifica nas universidades companheiros, a cada dia são mais instituições que deflagram a greve como solução encontrada a intransigência e o descaso com que o governos FHC, Lula/PT, Dilma/PT vem tendo com a educação brasileira, desde a década passada, onde o desmonte neoliberal do país se consolida com força e que continua nas décadas subsequentes... este é um sinal que foi anunciado a tempos pelos movimentos sociais que não sucumbiram as disputas de gabinetes e a institucionalização da luta de classes. as ocupações de reitorias, a greves dos servidores e de diversas outras categorias dos trabalhadores demonstram o quão nefasto é este período em nosso país, onde o anúncio dos cortes de mais 50 bilhões no inicio de 2011 e 2012 do orçamento geral da união atacaram diretamente os direitos sociais, entre eles a educação e demonstram de que lado está o atual governo. enfim.. abaixo segue o quadro da greve em notícia vinculada no sítio do ANDES/SN..

  Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - ANDES-SN


Data: 22/05/2012

UFF, UFRJ e Unifesp aderem à greve nacional dos professores

Os docentes das universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de São Paulo (Unifesp) e Fluminense (UFF) aderiram nesta terça-feira (22) à greve nacional dos professores das instituições federais de ensino deflagrada pelo ANDES-SN na última quinta-feira (17). 

A paralisação na UFF foi iniciada hoje (22), mas já havia sido deliberada na semana passada. A adesão à greve dos docentes da UFRJ (foto) e da Unifesp foi votada nesta terça em assembléias consideradas históricas pelo número de professores presentes e terá início a partir de amanhã (23).

Até o momento são 47 seções sindicais de 43 instituições federais de ensino (41 universidades e dois institutos federais) com as atividades suspensas por tempo indeterminado. Confira aqui a lista completa atualizada até às 18 horas desta terça-feira.

O ANDES-SN tem duas reuniões agendadas com o governo. Nesta quarta-feira (23), os docentes se reúnem no final da tarde com o responsável pela Secretaria de Ensino Superior (Sesu/MEC), secretário Amarno Lins. Já na próxima segunda-feira (28), está agendada uma reunião do GT Carreira com representantes do MEC e do Ministério do Planejamento.

Serviços essenciais
Muitas das instituições em greve prestam serviços considerados essenciais à população, como o atendimento nos Hospitais Universitários, além de outros cuja interrupção causaria danos irreparáveis. O Comando Nacional de Greve informa que em cada comando local foram constituídos comitês, que avaliarão quais atividades não podem ser interrompidas. Os professores devem organizar escalas de serviço para que o atendimento à população não seja prejudicado.

Em carta à sociedade divulgada e distribuída nacionalmente, o Comando Nacional de Greve explica à população o que motivou a paralisação nacional dos professores federais.

"Os (as) professores(as) federais estão em greve em defesa da Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade e de uma carreira digna, que reconheça o importante papel que os docentes têm na vida da população brasileira", afirma a nota.

O texto informa, ainda, que há anos os professores vêm lutando pela re-estruturação do Plano de Carreira e que esse era um dos principais pontos do acordo emergencial assinado ano passado com o governo. "Já estamos na segunda quinzena de maio e nada aconteceu em relação a essa re-estruturação", denuncia a nota, que elenca, ainda, os pontos principais do plano de carreira defendido pelo ANDES-SN.

O CNG também denuncia a precariedade nas condições de trabalho em várias instituições federais de ensino. "O quadro é muito diferente do que o governo noticia. Existem instituições sem professores, sem laboratórios, sem salas de aula, sem refeitórios ou restaurantes universitários, até sem bebedouros e papel higiênico, afetando diretamente a qualidade de ensino", exemplifica o texto.

Para o CNG, quem sofre diretamente com essa situação são os professores, estudantes e técnicos dessas instituições, e "num olhar mais amplo, todo o povo brasileiro, que utilizará dos serviços de profissionais formados em situações precárias". 

Por fim, o texto convida a todos a se juntarem na luta iniciada pelos docentes. "Essa batalha não é só do (as) professores (as), mas de todos aqueles que desejam um país digno e uma educação pública, gratuita e de qualidade". Confira aqui a íntegra do documento.


Vinicius Brasil (vaca)
Coordenador de Ensino Pesquisa Extensão - ExNEEF/CN
Coordenação de Formação DACEFD/UFSM


Os trabalhadores produzem riqueza, aumentam a produção de bens, mas não podem consumí-los. desenvolvem novas riquezas, mas são relegados à formação de um exército de reserva ou vivem as mazelas do trabalho precário. Mas, somente os trabalhadores serão capazes de "criar um mundo novo, revelar a nova vida, recordar que existe um limite, uma fronteira para tudo, menos para o sonho humano. Moldar com as mãos o mundo, revelar com os olhos a vida, recordar nos sonhos aquilo que virá". 
Ricardo Antunes.



From: soh.eu@hotmail.com
To: meef-nacional@googlegroups.com
Subject: RE: [MEEF] Movimento Grevista ganha corpo em universidades
Date: Tue, 22 May 2012 12:03:18 -0300


Então pessoal, venho aqui trazer os informes de como as coisas estão caminhando na Universidade Federal Fluminense.

Como alguns devem saber, neste dia 17/05 as 14h foi realizado a Assembleia Geral da ADUFF (Associação dos Docentes da UFF) com pauta única sobre Greve. Contando com mais de 150 professores presentes, além de alunos técnicos administrativos e imprensa, o debate ocorreu tranquilamente (dentro das possibilidades e considerando seu tema) tendo, em seu final, a votação pela deflagração da Greve Docente a começar no dia 22/05 com um grande ato a ser realizado na parte da tarde do mesmo dia, em conjunto com a formação do comando e do calendário de greve.

Os estudantes, por sua vez, convocaram sua assembleia geral para segunda, dia 21/05, as 18h no bandejão do campus Gragoatá. A mesma possuía também o tema único de greve, apesar de se subdividir em dois momentos confluentes: o apoio a greve dos professores e a deflagração ou não da greve de ocupação estudantil da UFF. Após uma rodada de informes sobre os Diretórios e Centros Acadêmicos que já haviam realizado ou planejam realizar assembleias gerais de seu curso sobre o tema e as deliberações a favor da greve destas entidades, os mais de 700 discentes debateram sobre a importância deste momento histórico, a necessidade da greve geral na/da Universidade e sobre a importância e relevância de uma pauta estudantil. Compreendendo que nossa pauta vem crescendo graças ao descaso da reitoria para com os estudantes, mas que necessitamos de uma pauta mínima para deflagrar a Greve, afirmamos que a mesma será construída organicamente a partir das necessidades que forem surgindo dos diversos Campi (Valonguinho, Rio das Ostras, Gragoatá, Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Nova Friburgo) que não puderão comparecer em massa a esta assembleia, mas partiremos da Pauta de Reivindicações da Ocupação de Reitoria, até hoje não atendida pela Universidade. Tendo isso definido, hoje, dia 22 de maio, AFIRMAMOS A GREVE ESTUDANTIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE POR TEMPO INDEFINIDO.

Até semana que vêm devemos ter nosso calendário de ações organizado, quando o irei fazer público a todos os aqui presentes. Os técnicos administrativos possuem reunião agendada para o incio da próxima semana também para discutir sobre suas pautas particulares e o apoio as greves vigentes. Vale lembrar que este apoio, docente discente e dos técnicos administrativos, de todo o Brasil é extremamente necessário para que estas greves que ocorrem nacionalmente consigam se manter. É em sua deflagração os conflitos de classe se tornam muito claros para aqueles que possuem dificuldade de os materializar, pois elas nascem dessa necessidade de defesa dos direitos básicos "prometidos" mas negados pela sociedade capitalista. Essa luta tem de ser de todos, com todos e para todos, tanto dentro quanto além dos muros da Universidade, e suas palavras de ordem e bandeiras necessitam demonstrar isso. 

Por enquanto é só companheiros. Em breve mais notícias.
Abraços a todos

Thiago Oliveira




From: gefinamor@hotmail.com
To: meef-nacional@googlegroups.com
Subject: RE: [MEEF] Movimento Grevista ganha corpo em universidades
Date: Fri, 18 May 2012 18:37:44 -0300

ao mesmo tempo em que o movimento ganha força em várias universidades, aqui em Santa Maria o PT e PC do B nos colocam novamente como último vagão do trem da história ao tensionarem a assembléia para que os professores fiquem apenas com o indicativo de greve sem data definida. No mínimo vergonhoso para um partido que se forjou nas greves e agora nega sua própria história.




Assembleia mantém indicativo de greve sem data
Nova plenária reavalia o quadro na próxima semana

16/05/2012


Plenária votou majoritariamente pelo indicativo de greve


Em assembleia realizada ao final da tarde desta quarta, os professores da UFSM decidiram manter o indicativo de greve sem data, que já havia sido aprovado na semana passada. Com isso, localmente não haverá adesão a partir desta quinta (17), à greve nacional que está sendo deflagrada. Uma nova plenária para avaliar a conjuntura ocorrerá na quarta, 23, em horário e local a serem definidos. Cerca de 60 docentes participaram dos debates no auditório Sérgio Pires, que foram acompanhados também por muitos estudantes.

O presidente da SEDUFSM, professor Rondon de Castro, defendeu a deflagração da greve junto com o movimento nacional, porém, reconheceu que o sentimento majoritário na assembleia foi de que, mesmo compreendendo que existem motivos suficientes para deflagração de greve, o entendimento foi pela necessidade de conceder mais um prazo para ver se há algum avanço no que se refere ao projeto de carreira. Uma nova reunião entre dirigentes do ANDES- Sindicato Nacional, membros do governo e outras representações de professores para tratar do tema está marcada para o dia 28 de maio. O prazo final para a conclusão de uma proposta vai até 31 de maio.

A deflagração de greve a partir desta quinta-feira causou divisão de opiniões na plenária, que acabou optando pelo indicativo de greve, em uma primeira rodada (placar de 39 votos a 4) e, na sequência, quando se tratou de optar por um indicativo com data definida ou por um sem data, por 18 votos contra 16 e mais 3 abstenções, foi vencedora a proposta de indicativo sem data, formulação semelhante a que já havia sido aprovada na semana passada.

Na introdução da assembleia, o presidente Rondon de Castro fez um relato sobre a reunião da carreira, envolvendo ANDES-SN e governo na noite de terça-feira. Conforme avaliação vinda de Brasília, em nada se avançou. Por outro lado, destacou Rondon, até a manhã desta quarta, professores de 26 universidades de norte a sul do país já haviam confirmado greve a partir de 17 de maio.

Medida Provisória

O assessor jurídico da SEDUFSM, Heverton Padilha, também esteve na assembleia e fez uma análise sobre as diferenças entre um projeto de lei e uma Medida Provisória, se referindo ao fato de o governo ter transformado o PL 2203/11, que concede correção salarial e 4% e incorpora gratificações, na Medida Provisória 568. Conforme o advogado, a grande diferença da MP para o projeto é que a medida provisória tem aplicação imediata, com efeitos práticos simultâneos, mesmo que depois possa haver alteração através de emendas.

Padilha também concordou com as muitas avaliações de entidades como ANDES-SN, Condsef e Fasubra, no que se refere a pontos problemáticos da MP, em especial os que se referem aos adicionais de periculosidade e insalubridade.
O fato de hoje esses adicionais serem pagos em percentuais e o governo prever de que passarão a ser pagos em valores fixos levará, com o passar dos anos, a uma perda de valor aquisitivo, destacou ele. Informou também que as diversas assessorias jurídicas sindicais já estão realizando estudos para verificar de que forma podem questionar essas mudanças presentes na MP e que ferem direitos.

Mobilização

Antes da finalização da plenária foram escolhidos os membros da Comissão de Mobilização, cujo objetivo é dialogar nos locais de trabalho, procurando trazer outros professores para o debate e para as assembleias. Além da diretoria do sindicato participarão da comissão os professores Abel Panerai Lopes, Gianfabio Pimentel Franco, Adriano Figueiró, Fabiane Costas e Ascisio dos Reis Pereira.

Texto e fotos: Fritz R. Nunes
Assessoria de Imprensa da SEDUFSM

João Genaro Neto

Coordenação de Formação DACEFD                                 

CEPE - ExNEEF Regional 6

 

"O presente não engendra automaticamente o futuro através de uma dinâmica fatal ou espontânea: o futuro precisa lutar para nascer, para assumir uma feição determinada; precisa enfrentar criticamente o presente".  

                                                  Leandro Konder




Date: Wed, 16 May 2012 09:38:45 -0300
Subject: [MEEF] Movimento Grevista ganha corpo em universidades
From: guilherme.ufsm@gmail.com
To: meef-nacional@googlegroups.com

Repassando, do sitio da SEDUFSM.

Movimento grevista ganha corpo em universidades

Docentes de várias Ifes aprovaram greve a partir de quinta, 17

15/05/2012


Deflagração de greve ficou definida em reunião do setor, sábado passado

Seguindo orientação do setor das federais do ANDES-SN, que no último sábado, com o voto unânime de 33 delegados, aprovou greve por tempo indeterminado a partir de 17 de maio, professores de diversas universidades já acataram a decisão de Brasília e iniciam a paralisação depois de amanhã (quinta).

Um dos exemplos é o da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), onde os docentes aprovaram nesta segunda pela manhã, por unanimidade, em assembleia geral, greve por tempo indeterminado a partir de quinta (17 de maio). A categoria reivindica a reestruturação da carreira, com a valorização do piso, melhoria das condições de trabalho docente das IFES e incorporação das gratificações ao salário.

A decisão da assembleia considerou que a edição da Medida Provisória (MP) 568 que foi editada pelo Governo para substituir o Projeto de Lei 2203/11 que está tramitando no Congresso e que atenderia os objetivos do acordo emergencial firmado em 2011, e não cumprido pelo Governo, é insuficiente para atender as reivindicações da categoria, porque a principal demanda dos professores é a reestruturação da carreira docente, que hoje possui inúmeras distorções e defasagens.

A negociação da reestruturação vem se arrastando deste o ano passado, sempre com o governo não oferecendo contrapropostas aos docentes, apesar de avaliar que a proposta de carreira apresentada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN é bem fundamentada e resolveria muitos dos problemas existentes na atual carreira. Ao mesmo tempo, o Governo tem sempre se negado a avançar nas negociações alegando é preciso antes avaliar o impacto financeiro da reestruturação.

Os professores da UFCG avaliaram que o Governo só editou a MP para substituir o PL 2203/11 porque a categoria mobilizou-se e ameaçava entrar em greve. Por outro lado, vários os docentes durante a assembleia também ressaltaram a intenção do Governo de desmobilizar a categoria ao editar a Medida sobre o acordo nas vésperas do início da greve, quando o acordo emergencial deveria ter entrado em vigor até final de março. A greve foi aprovada pelos 78 presentes.

Minas Gerais

Professores do Centro Federal de Educação Federal Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) também decidiram que vão entrar em greve na quinta-feira. As assembleias foram realizadas em cada universidade na tarde desta segunda-feira. A greve inclui todo o corpo docente e não tem data para terminar. Também estão na lista das instituições que podem começar a paralisação a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que tem assembleia nesta quarta, 16, a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), Universidade Federal de Lavras (UFLA).

Paraná

Os professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) entram em greve a partir de quinta-feira (17). A principal reivindicação é a reestruturação do plano de carreira, que é levantada pelo sindicato nacional da categoria, Andes-SN, que aprovou a greve nacional no último sábado. Em Assembleia Extraordinária Geral realizada na tarde desta segunda (14), no auditório do Setor de Ciências Sociais Aplicadas da UFPR e transmitida para os campi do Litoral e de Palotina, os professores deflagraram greve na Universidade a partir de quinta. De acordo com a APUFPR, 90% dos cerca de 300 professores presentes na assembleia aprovaram a paralisação.

Mato Grosso

Na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), os docentes aprovaram nesta segunda, 14, greve por tempo indeterminado a partir de quinta. A maioria dos professores da UFMT presentes na plenária lotada votou 'sim' à greve. Foram apenas três votos contrários e cinco abstenções. Haverá outra assembleia convocada pela Adufmat, no próprio dia 17, às 14 h, para marcar o ato inicial da paralisação e outros encaminhamentos.

Alagoas

Na plenária realizada nesta terça, pela manhã, os docentes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) aprovaram greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira. Conforme a assessoria de imprensa da Adufal, um total de 192 filiados aprovou o início do movimento, por aclamação.

Rio Grande do Sul

Em função de ser uma instituição multicampi, as assembleias dos docentes da Unipampa acontecem em cada localidade. Até esta tarde (terça) estava confirmado a adesão a adesão à greve no campus de Jaguarão e no de São Gabriel. Em Bagé, a assembleia acontecerá nesta quinta, 17 de maio, às 17h30min.

Os docentes da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) não têm deflagração de greve marcada. Conforme plenária realizada na segunda (14), ficou aprovado uma agenda de paralisação ao longo do mês de maio até o início de junho, mas sem greve total. Na Universidade Federal de Rio Grande (FURG), a assembleia para decidir sobre deflagração de greve ocorre nesta quarta, 16, a partir das 9h30min.

Rio de Janeiro e Espírito Santo

No estado do Rio, a Universidade Federal Fluminense tem indicativo de greve para 22 de maio, mas a confirmação de deflagração em assembleia marcada para quinta, 17 de maio, às 15h. Já na Universidade Federal do Rio (UFRJ), o indicativo de greve é sem data, com plenária de reavaliação no próximo dia 22. Já na Universidade Federal do Espírito Santo, a deflagração de greve está confirmada para esta quinta, 17, com nova plenária neste mesmo dia.
Norte

Em seções sindicais da região norte, a Universidade Federal do Pará confirmou greve por tempo indeterminado a partir de quinta, 17 de maio, o mesmo acontecendo com a Universidade Federal do Amazonas, com o início da greve marcada para quinta, dia 17.

Outras instituições estavam realizando assembleia ao final da tarde desta terça, como Maranhão, Juiz de Fora e Uberlândia. Já na quarta pela manhã, realizam plenária, entre outras instituições, Rio Grande e Federal de São Paulo (Unifesp).
Fonte: pbagora.com; em.com.br; 24horasnews.com.br e sites das seções sindicais
Foto: Site da Adufal
Edição: Fritz R. Nunes (SEDUFSM)


--
Guilherme Stürmer Lovatto

DACEFD - UFSM Gestão 11/12 " Lutar quando é Fácil Ceder!" - Agitação e Propaganda

http://www.dacefdufsm.blogspot.com/
Executiva Nacional de Estudantes de Educação Física - Coordenação Geral
http://www.exneef.libertar.org/

"A vida é bela, que as gerações futuras a limpem de todo ó mal, de toda opressão, de toda violência e possam gozá-lá plenamente." (Leon Trotsky)

--
-----
"Quem não registra está a mercê dos ventos do esquecimento"
----
Para postar neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional@googlegroups.com
----
Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional+unsubscribe@googlegroups.com

--
-----
"Quem não registra está a mercê dos ventos do esquecimento"
----
Para postar neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional@googlegroups.com
----
Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional+unsubscribe@googlegroups.com

--
-----
"Quem não registra está a mercê dos ventos do esquecimento"
----
Para postar neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional@googlegroups.com
----
Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional+unsubscribe@googlegroups.com

--
-----
"Quem não registra está a mercê dos ventos do esquecimento"
----
Para postar neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional@googlegroups.com
----
Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional+unsubscribe@googlegroups.com

--
-----
"Quem não registra está a mercê dos ventos do esquecimento"
----
Para postar neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional@googlegroups.com
----
Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para
meef-nacional+unsubscribe@googlegroups.com

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

0 comentários:

Postar um comentário