João Genaro Neto
Coordenação de Formação DACEFD
CEPE - ExNEEF Regional 6
"O presente não engendra automaticamente o futuro através de uma dinâmica fatal ou espontânea: o futuro precisa lutar para nascer, para assumir uma feição determinada; precisa enfrentar criticamente o presente".
Leandro Konder
From: silvajuniormes@hotmail.com
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Subject: [MEEF] Greve no Pará
Date: Fri, 25 May 2012 05:11:13 +0300
Bom, até agora já adendaram à grefe foram UFPA (Universidade Federal do Pará) e UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará).
No mais, ficarei atento às demais instituições que se adendarem à pauta.
Abraços!
From: vinybrazil@hotmail.com
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Subject: RE: [MEEF] Movimento Grevista ganha corpo em universidades
Date: Tue, 22 May 2012 22:57:39 +0000
UFF, UFRJ e Unifesp aderem à greve nacional dos professores
Os docentes das universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de São Paulo (Unifesp) e Fluminense (UFF) aderiram nesta terça-feira (22) à greve nacional dos professores das instituições federais de ensino deflagrada pelo ANDES-SN na última quinta-feira (17).
A paralisação na UFF foi iniciada hoje (22), mas já havia sido deliberada na semana passada. A adesão à greve dos docentes da UFRJ (foto) e da Unifesp foi votada nesta terça em assembléias consideradas históricas pelo número de professores presentes e terá início a partir de amanhã (23).
Até o momento são 47 seções sindicais de 43 instituições federais de ensino (41 universidades e dois institutos federais) com as atividades suspensas por tempo indeterminado. Confira aqui a lista completa atualizada até às 18 horas desta terça-feira.
O ANDES-SN tem duas reuniões agendadas com o governo. Nesta quarta-feira (23), os docentes se reúnem no final da tarde com o responsável pela Secretaria de Ensino Superior (Sesu/MEC), secretário Amarno Lins. Já na próxima segunda-feira (28), está agendada uma reunião do GT Carreira com representantes do MEC e do Ministério do Planejamento.
Serviços essenciais
Muitas das instituições em greve prestam serviços considerados essenciais à população, como o atendimento nos Hospitais Universitários, além de outros cuja interrupção causaria danos irreparáveis. O Comando Nacional de Greve informa que em cada comando local foram constituídos comitês, que avaliarão quais atividades não podem ser interrompidas. Os professores devem organizar escalas de serviço para que o atendimento à população não seja prejudicado.
Em carta à sociedade divulgada e distribuída nacionalmente, o Comando Nacional de Greve explica à população o que motivou a paralisação nacional dos professores federais.
"Os (as) professores(as) federais estão em greve em defesa da Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade e de uma carreira digna, que reconheça o importante papel que os docentes têm na vida da população brasileira", afirma a nota.
O texto informa, ainda, que há anos os professores vêm lutando pela re-estruturação do Plano de Carreira e que esse era um dos principais pontos do acordo emergencial assinado ano passado com o governo. "Já estamos na segunda quinzena de maio e nada aconteceu em relação a essa re-estruturação", denuncia a nota, que elenca, ainda, os pontos principais do plano de carreira defendido pelo ANDES-SN.
O CNG também denuncia a precariedade nas condições de trabalho em várias instituições federais de ensino. "O quadro é muito diferente do que o governo noticia. Existem instituições sem professores, sem laboratórios, sem salas de aula, sem refeitórios ou restaurantes universitários, até sem bebedouros e papel higiênico, afetando diretamente a qualidade de ensino", exemplifica o texto.
Para o CNG, quem sofre diretamente com essa situação são os professores, estudantes e técnicos dessas instituições, e "num olhar mais amplo, todo o povo brasileiro, que utilizará dos serviços de profissionais formados em situações precárias".
Por fim, o texto convida a todos a se juntarem na luta iniciada pelos docentes. "Essa batalha não é só do (as) professores (as), mas de todos aqueles que desejam um país digno e uma educação pública, gratuita e de qualidade". Confira aqui a íntegra do documento.
From: soh.eu@hotmail.com
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Subject: RE: [MEEF] Movimento Grevista ganha corpo em universidades
Date: Tue, 22 May 2012 12:03:18 -0300
To: meef-nacional@googlegroups.com
Subject: RE: [MEEF] Movimento Grevista ganha corpo em universidades
Date: Fri, 18 May 2012 18:37:44 -0300
Assembleia mantém indicativo de greve sem data
Nova plenária reavalia o quadro na próxima semana
16/05/2012
Plenária votou majoritariamente pelo indicativo de greve
Em assembleia realizada ao final da tarde desta quarta, os professores da UFSM decidiram manter o indicativo de greve sem data, que já havia sido aprovado na semana passada. Com isso, localmente não haverá adesão a partir desta quinta (17), à greve nacional que está sendo deflagrada. Uma nova plenária para avaliar a conjuntura ocorrerá na quarta, 23, em horário e local a serem definidos. Cerca de 60 docentes participaram dos debates no auditório Sérgio Pires, que foram acompanhados também por muitos estudantes.
O presidente da SEDUFSM, professor Rondon de Castro, defendeu a deflagração da greve junto com o movimento nacional, porém, reconheceu que o sentimento majoritário na assembleia foi de que, mesmo compreendendo que existem motivos suficientes para deflagração de greve, o entendimento foi pela necessidade de conceder mais um prazo para ver se há algum avanço no que se refere ao projeto de carreira. Uma nova reunião entre dirigentes do ANDES- Sindicato Nacional, membros do governo e outras representações de professores para tratar do tema está marcada para o dia 28 de maio. O prazo final para a conclusão de uma proposta vai até 31 de maio.
A deflagração de greve a partir desta quinta-feira causou divisão de opiniões na plenária, que acabou optando pelo indicativo de greve, em uma primeira rodada (placar de 39 votos a 4) e, na sequência, quando se tratou de optar por um indicativo com data definida ou por um sem data, por 18 votos contra 16 e mais 3 abstenções, foi vencedora a proposta de indicativo sem data, formulação semelhante a que já havia sido aprovada na semana passada.
Na introdução da assembleia, o presidente Rondon de Castro fez um relato sobre a reunião da carreira, envolvendo ANDES-SN e governo na noite de terça-feira. Conforme avaliação vinda de Brasília, em nada se avançou. Por outro lado, destacou Rondon, até a manhã desta quarta, professores de 26 universidades de norte a sul do país já haviam confirmado greve a partir de 17 de maio.
Medida Provisória
O assessor jurídico da SEDUFSM, Heverton Padilha, também esteve na assembleia e fez uma análise sobre as diferenças entre um projeto de lei e uma Medida Provisória, se referindo ao fato de o governo ter transformado o PL 2203/11, que concede correção salarial e 4% e incorpora gratificações, na Medida Provisória 568. Conforme o advogado, a grande diferença da MP para o projeto é que a medida provisória tem aplicação imediata, com efeitos práticos simultâneos, mesmo que depois possa haver alteração através de emendas.
Padilha também concordou com as muitas avaliações de entidades como ANDES-SN, Condsef e Fasubra, no que se refere a pontos problemáticos da MP, em especial os que se referem aos adicionais de periculosidade e insalubridade.
O fato de hoje esses adicionais serem pagos em percentuais e o governo prever de que passarão a ser pagos em valores fixos levará, com o passar dos anos, a uma perda de valor aquisitivo, destacou ele. Informou também que as diversas assessorias jurídicas sindicais já estão realizando estudos para verificar de que forma podem questionar essas mudanças presentes na MP e que ferem direitos.
Mobilização
Antes da finalização da plenária foram escolhidos os membros da Comissão de Mobilização, cujo objetivo é dialogar nos locais de trabalho, procurando trazer outros professores para o debate e para as assembleias. Além da diretoria do sindicato participarão da comissão os professores Abel Panerai Lopes, Gianfabio Pimentel Franco, Adriano Figueiró, Fabiane Costas e Ascisio dos Reis Pereira.
Texto e fotos: Fritz R. Nunes
Assessoria de Imprensa da SEDUFSM
João Genaro Neto
Coordenação de Formação DACEFD
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"O presente não engendra automaticamente o futuro através de uma dinâmica fatal ou espontânea: o futuro precisa lutar para nascer, para assumir uma feição determinada; precisa enfrentar criticamente o presente".
Leandro Konder
Date: Wed, 16 May 2012 09:38:45 -0300
Subject: [MEEF] Movimento Grevista ganha corpo em universidades
From: guilherme.ufsm@gmail.com
To: meef-nacional@googlegroups.com
Repassando, do sitio da SEDUFSM.
Movimento grevista ganha corpo em universidades
Docentes de várias Ifes aprovaram greve a partir de quinta, 17
15/05/2012
Deflagração de greve ficou definida em reunião do setor, sábado passado
Um dos exemplos é o da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), onde os docentes aprovaram nesta segunda pela manhã, por unanimidade, em assembleia geral, greve por tempo indeterminado a partir de quinta (17 de maio). A categoria reivindica a reestruturação da carreira, com a valorização do piso, melhoria das condições de trabalho docente das IFES e incorporação das gratificações ao salário.
A decisão da assembleia considerou que a edição da Medida Provisória (MP) 568 que foi editada pelo Governo para substituir o Projeto de Lei 2203/11 que está tramitando no Congresso e que atenderia os objetivos do acordo emergencial firmado em 2011, e não cumprido pelo Governo, é insuficiente para atender as reivindicações da categoria, porque a principal demanda dos professores é a reestruturação da carreira docente, que hoje possui inúmeras distorções e defasagens.
A negociação da reestruturação vem se arrastando deste o ano passado, sempre com o governo não oferecendo contrapropostas aos docentes, apesar de avaliar que a proposta de carreira apresentada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN é bem fundamentada e resolveria muitos dos problemas existentes na atual carreira. Ao mesmo tempo, o Governo tem sempre se negado a avançar nas negociações alegando é preciso antes avaliar o impacto financeiro da reestruturação.
Os professores da UFCG avaliaram que o Governo só editou a MP para substituir o PL 2203/11 porque a categoria mobilizou-se e ameaçava entrar em greve. Por outro lado, vários os docentes durante a assembleia também ressaltaram a intenção do Governo de desmobilizar a categoria ao editar a Medida sobre o acordo nas vésperas do início da greve, quando o acordo emergencial deveria ter entrado em vigor até final de março. A greve foi aprovada pelos 78 presentes.
Minas Gerais
Professores do Centro Federal de Educação Federal Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) também decidiram que vão entrar em greve na quinta-feira. As assembleias foram realizadas em cada universidade na tarde desta segunda-feira. A greve inclui todo o corpo docente e não tem data para terminar. Também estão na lista das instituições que podem começar a paralisação a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que tem assembleia nesta quarta, 16, a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), Universidade Federal de Lavras (UFLA).
Paraná
Os professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) entram em greve a partir de quinta-feira (17). A principal reivindicação é a reestruturação do plano de carreira, que é levantada pelo sindicato nacional da categoria, Andes-SN, que aprovou a greve nacional no último sábado. Em Assembleia Extraordinária Geral realizada na tarde desta segunda (14), no auditório do Setor de Ciências Sociais Aplicadas da UFPR e transmitida para os campi do Litoral e de Palotina, os professores deflagraram greve na Universidade a partir de quinta. De acordo com a APUFPR, 90% dos cerca de 300 professores presentes na assembleia aprovaram a paralisação.
Mato Grosso
Na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), os docentes aprovaram nesta segunda, 14, greve por tempo indeterminado a partir de quinta. A maioria dos professores da UFMT presentes na plenária lotada votou 'sim' à greve. Foram apenas três votos contrários e cinco abstenções. Haverá outra assembleia convocada pela Adufmat, no próprio dia 17, às 14 h, para marcar o ato inicial da paralisação e outros encaminhamentos.
Alagoas
Na plenária realizada nesta terça, pela manhã, os docentes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) aprovaram greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira. Conforme a assessoria de imprensa da Adufal, um total de 192 filiados aprovou o início do movimento, por aclamação.
Rio Grande do Sul
Em função de ser uma instituição multicampi, as assembleias dos docentes da Unipampa acontecem em cada localidade. Até esta tarde (terça) estava confirmado a adesão a adesão à greve no campus de Jaguarão e no de São Gabriel. Em Bagé, a assembleia acontecerá nesta quinta, 17 de maio, às 17h30min.
Os docentes da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) não têm deflagração de greve marcada. Conforme plenária realizada na segunda (14), ficou aprovado uma agenda de paralisação ao longo do mês de maio até o início de junho, mas sem greve total. Na Universidade Federal de Rio Grande (FURG), a assembleia para decidir sobre deflagração de greve ocorre nesta quarta, 16, a partir das 9h30min.
Rio de Janeiro e Espírito Santo
No estado do Rio, a Universidade Federal Fluminense tem indicativo de greve para 22 de maio, mas a confirmação de deflagração em assembleia marcada para quinta, 17 de maio, às 15h. Já na Universidade Federal do Rio (UFRJ), o indicativo de greve é sem data, com plenária de reavaliação no próximo dia 22. Já na Universidade Federal do Espírito Santo, a deflagração de greve está confirmada para esta quinta, 17, com nova plenária neste mesmo dia.
Norte
Em seções sindicais da região norte, a Universidade Federal do Pará confirmou greve por tempo indeterminado a partir de quinta, 17 de maio, o mesmo acontecendo com a Universidade Federal do Amazonas, com o início da greve marcada para quinta, dia 17.
Outras instituições estavam realizando assembleia ao final da tarde desta terça, como Maranhão, Juiz de Fora e Uberlândia. Já na quarta pela manhã, realizam plenária, entre outras instituições, Rio Grande e Federal de São Paulo (Unifesp).
Fonte: pbagora.com; em.com.br; 24horasnews.com.br e sites das seções sindicais
Foto: Site da Adufal
Edição: Fritz R. Nunes (SEDUFSM)
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Guilherme Stürmer Lovatto
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