{ListaRepea} Re: RE: [FORUM AMBIENTALISTA] Re: *[Fórum Nacional de ONGs] AndréTrigueiro entrevista Izabella Teixeira

Também não sei o que fazer.

ÓTIMO DEBATE SEM SOMBRA DE DUVIDAS

MADURO, COERENTE E URGENTE !!!

Na verdade minhas soluçõe seriam:

1) Unificar esforços em uma ação conjunta, em todo o Brasil (cada um nos seus pedaços) visando a formação de novos ambientalistas. Como? Reuniões de capacitação e sensibilização com universitários, sindicatos de trabalhadores, agentes comunitários de saúde, estudantes do ensino médio, igrejas, etc.........

Formar um grupo cada vez maior, para sair da tal da KOMBI que o Bello (SOS MATA ATLANTICA) mencionou corretamente dias desses..

Isso vai levar tempo. Mas o que se pode fazer? Acham que será possível fazer o que no curto prazo?

O Meio Ambiente no Brasil não para de ser atropelado: Florestas, Esgotos, Povos Tradicionais, Biodiversidade, Quimicos, Franking, Estradas, Portos, Pesca, Rios, Legislações.....

Ou formamos um CONTINGENTE QUALIFICADO para AUMENTAR NOSSAS FILEIRAS, ou vai seguir como vem sendo.

Ou seja: CADA VEZ PIOR !!!!

E por enquanto, TOMEMOS KATIA ABREU E IZABELA TEIXEIRA

Isso sem falar nos ESTADOS e MUNICIPIOS !!!

Em 7 de janeiro de 2015 10:01, Gert <ecologiaemacao@gmail.com> escreveu:




Prezados


muito interessante o dialogo que esta sendo travado pela inteligência
ambientalista moderna e das mudanças
climáticas nesse periodo gravíssimo que antecede a total desregulamentação
socio ambiental e economica do Planeta.

O modelo de atuacao ambientalista do voluntariado brasileiro não funciona
mais.

Os usurpadores dos recursos naturais visando o lucro - tão somente o lucro -
se organizaram
a tal ponto que as nossas ações de HOJE, deixaram de ter o efeito que tinham
nas décadas passadas a partir dos anos 70 do século XX.

O que me preocupa e aterroriza, é que não conseguimos mais os espaços que
tinhamos.
A midia tambem reduziu nossos espaços

O momento penso eu, é gravíssimo.

O que deveríamos fazer afinal ?

Gert Roland Fischer


-------Mensagem original-------

De: elianebeeboldrini@hotmail.com
Data: 06/01/2015 16:31:15
Para: movimentoambiental@grupos.com.br
Assunto: RE: [FORUM AMBIENTALISTA] Re: *[Fórum Nacional de ONGs]
AndréTrigueiro entrevista Izabella Teixeira


Eduardo, interessante sua análise. Eu penso que o problema de nós
ambientalistas termos uma agenda ambiental é a falta de consciência de
classe. Tudo bem, sei que este parece ser um papo jurássico, o papo da luta
de classes, mas continuamos vivendo sob a égide de um Modo de Produção
voltado para a acumulação do capital altamente autofágico, cuja produção é
cientificamente planejada para a obsolescência.
Então não é uma questão de ter um projeto de desenvolvimento que dependa ou
não do meio ambiente. Neste Modo de Produção só tem um projeto: a acumulação
do capital e se, nessa lógica, para realizá-la implicara explodir o planeta,
acreditem o planeta será explodido. Décadas atrás István Mészáros, filósofo
húngaro, escrevia estas coisas.
Para tratarmos de um desenvolvimento regido pela égide da qualidade de vida
em todos os sentidos (humana e natural), obrigatoriamente precisamos
discutir o Modo de Produção, e o Movimento Ambiental não faz esta discussão,
no máximo defende uma proposta ideológica, na melhor das boas intenções, de
SUSTENTABILIDADE.

Eliane Beê Boldrini
Coordenadora Técnica-Científica
Associação de Defesa do Meio Ambiente e do Desenvolvimento de Antonina -
ADEMADAN

...................................................
Praça Coronel Macedo, 316 Centro
Caixa Postal: 94
Antonina - PR - CEP 83370-000
Fone/Fax: 041-3432-2248
E-mail: elianebeeboldrini@hotmail.com
Skype: elianebee
Site: www.ademadan.org.br





From: daniel.turi@gmail.com
Date: Tue, 6 Jan 2015 08:28:12 -0200
Subject: Re: [FORUM AMBIENTALISTA] Re: *[Fórum Nacional de ONGs]
AndréTrigueiro entrevista Izabella Teixeira
To: movimentoambiental@grupos.com.br





Ficará como voce mesmo disse: uns mamando, outros escrevendo poemas !


Não temos um movimento ambientalista no Brasil.


Se move, aquilo que esta unificado, o que é unido.


O ambientalismo não é assim !!


Em 5 de janeiro de 2015 13:20, <aruanda@terra.com.br> escreveu:



Caro DANIEL
Aqui se começa a confirmar aquilo que coloquei que o MA teria gente pesada
de alguns ministérios, eu disse na oportunidade que seriam os ministérios
das corporações de agro-indústria e energia. Ai estão Kátia e Aldo. Se
lembrarmos bem o discurso de pose de Dilma esta claro quando fala do
desenvolvimento e o meio ambiente, isto é o meio ambiente dependente do
desenvolvimento e não o desenvolvimento dependente do meio ambiente. A
fórmula não é da Dilma e do sistema, ou seja, qualquer que esteja no poder
deve aplicar essa formula. Há que entender que há velada uma guerra fria
financeira e de mercados internacionais onde as comodities entram de cheio.
Países emergentes sem desenvolvimento nuclear, Brasil e África do Sul, estão
mais frágeis para enfrentar essa guerra que durará muito tempo, primeiro
desequilibrar os países onde suas economias e desenvolvimento dependem do
petróleo, Rússia, Irã e Venezuela principalmente, depois Bolívia e Equador.
Atrás disso virão outras comodities. É obvio que tanto Dilma como todos seus
ministros, os ruralistas, os interesses corporativos e entreguistas desde o
legislativo, onde é maioria.
Haverão muitas "surpresas", além das imagináveis. Agrego uma pergunta: os
ambientalistas estamos preparados para isso ?. Eu acho que não.
Aproveito para comentar: O governo argentino a partir deste mês proíbe o uso
de gorduras trans nos alimentos, o frackin muito bem obrigado, o
desenvolvimento nuclear vai de bem a melhor, estudam criminalizar as
criticas ao governo que não tenham fundamentos e provas técnico-cientificas
contemplando a legislação nacional. Acho que por ai andaremos e nadaremos
nós também. O será que algum líder ambientalista pode convocar a formação de
uma frente nacional em defesa do meio ambiente ?.
O grito de guerra do sistema é "ninguém poderá parar-nos"
Eduardo R

Os verdes como ficam?, nenhuma dúvida, mamando ou escrevendo poemas verdes.
Também verdes são os dólares, podem em moeda nacional que podem ser dos
bancos, exemplo Bradesco, verdes as plantações das papeleiras, entre elas
Klabin, verdes as matas derrubadas e nadeiras con certificado verde.



De: movimentoambiental@grupos.com.br [mailto:movimentoambiental@grupos.com
br] Em nome de daniel.turi@gmail.com
Enviada em: segunda-feira, 5 de janeiro de 2015 11:42
Para: movimentoambiental@grupos.com.br
Assunto: [FORUM AMBIENTALISTA] Re: *[Fórum Nacional de ONGs] AndréTrigueiro
entrevista Izabella Teixeira


ESSA IZABELA TEIXEIRA JUNTO COM A KATIA ABREU FORMARAM A MAIS PERFEITA
IMAGEM DESSE GOVERNO IRRESPONSÁVEL DO PT !!!


BANDO DE PELEGOS, MERCENÁRIOS E IRRESPONSÁVEIS !!!!!


Em 5 de janeiro de 2015 11:04, Gustavo Cherubine <gcherubine@gmail.com>
escreveu:

André Trigueiro entrevista Izabella Teixeira



Olá, psc.
Até breve, Gustavo Cherubina.


TRECHO:


Izabella lembra que conhece o atual dono do cofre – leia-se, Joaquim Levy,
novo todo-poderoso do Ministério da Fazenda – desde que os dois participaram
do governo Sérgio Cabral (ele na Secretaria de Fazenda, ela na Secretaria do
Ambiente). Vem de lá uma afinidade em relação aos assuntos ambientais, muito
por conta da militância da mulher de Levy, Denise, a ambientalista da
família, que trabalha no BID e mora em Washington.
Sem ser política profissional – portanto, desamparada dos "apadrinhamentos"
que aceleram processos e abrem caminhos nas redes de interesses que orbitam
o Poder Central – Izabella Teixeira desenvolveu seus próprios métodos para
tentar fugir do ostracismo em pleno exercício do cargo. "O importante é o
diálogo, não se isolar e definir pautas comuns entre os ministérios", diz
ela, reconhecendo que é preciso comunicar melhor o dia-a-dia do seu
ministério junto à sociedade.


http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/post/e-o-verde-como-fica
html



Segunda-feira, 05/01/2015, às 08:09, por André Trigueiro
E o "verde", como fica?
Nesta entrevista exclusiva, Izabella Teixeira revela em que momento foi
chamada para permanecer no Ministério do Meio Ambiente, quais as prioridades
acertadas com a presidente Dilma para os próximos quatro anos, suas
expectativas em relação aos novos colegas de primeiro escalão –
especialmente Kátia Abreu e Aldo Rebelo – e como vem recebendo as críticas
dirigidas a ela pelo movimento ambientalista.
Izabella Teixeira me disse que já havia se programado para dar aulas em 2015
na Universidade de Stanford (EUA) como professora visitante. Mas o projeto
teve que ser adiado, segundo ela, por uma "convocação" da presidenta Dilma.
No último dia 18 de dezembro, logo após a cerimônia de diplomação, Dilma
avisou à Izabella que contava com ela à frente do Ministério do Meio
Ambiente por mais quatro anos. Pedido feito, malas desfeitas.
Sobre os rumores dando conta de que o senador Jorge Vianna (PT-AC) seria o
nome preferido de Dilma até que o irmão dele, o governador reeleito do Acre,
Tião Vianna, apareceu na lista de políticos denunciados na Operação
Lava-Jato, Izabella foi taxativa. "Em nenhum momento isso foi falado comigo.
Ela me convidou para darmos sequência àquilo que iniciamos no primeiro
mandato, com algumas novas atribuições, como o enfrentamento da crise
hídrica e a aprovação do novo marco de acesso a recursos genéticos".
Um dos raros quadros técnicos do primeiro escalão do governo, Izabella não
representa nenhum partido político e aparece no seleto grupo de mulheres
(apenas seis) que figuram na foto oficial do ministério de Dilma neste
segundo mandato, dividindo espaço com 33 homens.
E é justamente neste núcleo feminino da Esplanada que a presidenta reuniu
duas protagonistas de uma antiga batalha política que vem sendo travada há
anos.
Agora, Izabella Teixeira e Kátia Abreu pertencem ao mesmo time. A nova
ministra da Agricultura – principal liderança do agronegócio no Brasil – foi
uma das principais defensoras do novo Código Florestal (cujo texto final
desagradou amplos segmentos do ambientalismo brasileiro). Kátia Abreu também
vem apoiando a mudança constitucional que prevê a transferência do Poder
Executivo para o Congresso Nacional (onde a bancada ruralista é forte) da
responsabilidade por novas demarcações de terras indígenas e Unidades de
Conservação. Esses não são os únicos pontos divergentes entre ela e Izabella
Teixeira. Guerra à vista? Não necessariamente.
"Eu já conversei com a ministra Kátia Abreu. Estarei na cerimônia de posse
dela. Nós nos falamos na cerimônia de posse da presidenta Dilma e combinamos
de nos reunir para acertarmos uma agenda de trabalho comum. Kátia Abreu
também considera prioridade a implementação do Cadastro Ambiental Rural
(CAR) e me disse que deseja modernizar a legislação que rege a recuperação
florestal."
Outro colega de primeiro escalão com quem Izabella Teixeira conversou no dia
da posse, foi Aldo Rebelo, da Ciência, Tecnologia e Inovação. Relator do
Código Florestal – a quem dedicou aos "agricultores brasileiros" – Aldo foi
criticado por ambientalistas e cientistas de apresentar um texto desprovido
de embasamento científico e sem o aval de importantes instituições
referenciais para o setor, como a Sociedade Brasileira para o Progresso da
Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Agência Nacional
de Águas (ANA).
A impopularidade de Aldo Rebelo junto aos ambientalistas alcançou um ponto
crítico em 2011 com a publicação de um texto, assinado por ele, intitulado
"A trapaça ambiental". Nele, afirmou que "o chamado movimento ambientalista
internacional nada mais é, em sua essência geopolítica, que uma cabeça de
ponte do imperialismo." Ao comentar o agravamento do efeito estufa, foi
taxativo: "Não há comprovação científica das projeções do aquecimento global
 e muito menos de que ele estaria ocorrendo por ação do homem e não por
causa de fenômenos da natureza", opinião que contraria frontalmente a
posição histórica do Brasil nas negociações do clima.
O ministro do PC do B acaba de assumir um ministério que vem subsidiando o
governo brasileiro com informações estratégicas nas negociações climáticas
patrocinadas pela ONU e que buscam a redução imediata das emissões de gases
estufa. Negociações em que Izabella é liderança ativa. E agora? Para que
lado vamos?
"Aldo Rebelo manifestou interesse em conversar comigo sobre a agenda do
clima e os assuntos da biodiversidade. É bom lembrar que foi a própria
presidenta Dilma quem destacou o protagonismo do Brasil nas negociações
climáticas e que esse é um tema prioritário deste mandato. É uma ação
articulada de governo onde estamos todos envolvidos", ressaltou a ministra
do Meio Ambiente.
Ao ser convidada por Dilma para permanecer no cargo, Izabella ouviu da
presidenta a lista de prioridades na área ambiental. A posição brasileira na
COP 21 – a Conferência do Clima que acontecerá em dezembro deste ano em
Paris – é uma delas. A expectativa é a de que o encontro estabeleça novas
metas e prazos para que todos os países – exceto aqueles mais pobres –
reduzam suas emissões de gases estufa. O Brasil promoverá consultas públicas
antes de fechar uma proposta.
Outra prioridade é a implementação do Código Florestal, especialmente a
conclusão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) que hoje, segundo o governo,
alcança 130 milhões de hectares dos 329 milhões de hectares possíveis. Para
que os proprietários de terra sejam cobrados em relação ao cumprimento das
regras de proteção ambiental, é preciso conhecer a real situação de cada
propriedade. Quem também procurou Izabella (na mesma cerimônia de posse de
Dilma) para unir forças na conclusão do CAR foi o ministro do
Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias.
Aperfeiçoar o licenciamento ambiental é outra meta para os próximos quatro
anos. O assunto incomoda aos ambientalistas, que temem a flexibilização dos
atuais protocolos em favor dos interesses econômicos.
Em relação a esse ponto, Izabella lembra que a maioria absoluta dos
licenciamentos hoje é oferecida pelos Estados (no caso das obras do PAC, 82%
dos licenciamentos são estaduais) e diz que o Ibama se modernizou e virou
referência. Segundo ela, o órgão conta hoje com 400 funcionários concursados
para cuidar dos licenciamentos federais em uma estrutura mais ágil e
informatizada. "Precisamos avançar nessa agenda. Não é possível, por exemplo
 encomendar um novo estudo de impacto ambiental a cada dragagem de porto.
Pode-se licenciar em blocos, como já se faz nas unidades de exploração de
petróleo, sem nenhum prejuízo ambiental".
Outra questão importante, segundo ela, é "acabar com o desmatamento ilegal
em todos os biomas, e não apenas na Amazônia". Izabella garante que não
faltarão recursos para isso, mesmo sabendo que 2015 será um ano de severas
restrições orçamentárias para todo o governo. "Não sei de quanto será o
corte, mas nunca faltou dinheiro para fiscalização e combate ao desmatamento
 Quando assumi o Ministério, o orçamento era de 560 milhões de reais por ano
. Hoje é de aproximadamente 1,1 bilhão".
Izabella lembra que conhece o atual dono do cofre – leia-se, Joaquim Levy,
novo todo-poderoso do Ministério da Fazenda – desde que os dois participaram
do governo Sérgio Cabral (ele na Secretaria de Fazenda, ela na Secretaria do
Ambiente). Vem de lá uma afinidade em relação aos assuntos ambientais, muito
por conta da militância da mulher de Levy, Denise, a ambientalista da
família, que trabalha no BID e mora em Washington.
Sem ser política profissional – portanto, desamparada dos "apadrinhamentos"
que aceleram processos e abrem caminhos nas redes de interesses que orbitam
o Poder Central – Izabella Teixeira desenvolveu seus próprios métodos para
tentar fugir do ostracismo em pleno exercício do cargo. "O importante é o
diálogo, não se isolar e definir pautas comuns entre os ministérios", diz
ela, reconhecendo que é preciso comunicar melhor o dia-a-dia do seu
ministério junto à sociedade.
Para Izabella, as fortes críticas dirigidas ao primeiro mandato da
presidenta Dilma na área ambiental – principalmente as que partem das
próprias organizações ambientalistas – não levariam em consideração um
numeroso pacote de realizações que ela enumera, sem disfarçar uma certa
indignação. Um dos assuntos mais controversos, por exemplo, é a taxa de
desmatamento da Amazônia. "Registramos as quatro menores taxas de
desmatamento da Amazônia. Realizamos mudanças importantes nos mecanismos de
fiscalização e controle em parcerias com o Ministério da Ciência e
Tecnologia e o INPE".
Sobre as críticas de que Dilma foi a chefe de Estado que menos criou
Unidades de Conservação (UCs) desde os governos militares, Izabella defende
as novas diretrizes adotadas pelo governo. "Criar Unidades de Conservação em
áreas onde existam conflitos fundiários não adianta. É preciso regularizar a
situação primeiro. A propósito, nos últimos quatro anos, nenhum governador
da Amazônia criou novas UCs. E ninguém menciona isso. Implementamos planos
de manejo em 60 dessas unidades, mais do que foi feito nos oito anos de
governo Lula".
A maioria das medidas citadas na entrevista – não reproduziremos todas neste
espaço – não teve visibilidade nem repercussão. O que não quer dizer que não
sejam importantes. Na lista de Izabella não aparece, talvez por modéstia, a
contribuição efetiva da delegação brasileira (chefiada por ela) para que o
mundo alcançasse depois de 18 anos de negociações o Protocolo de Nagoya – o
mais importante acordo ambiental internacional desde o Protocolo de Kioto –
que versa sobre as regras de uso e proteção da biodiversidade. Também não
mencionou a conquista do Prêmio Campeões da Terra, que lhe foi oferecido
pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), na categoria
"liderança política", pelos "esforços bem sucedidos em reverter o
desmatamento da Amazônia".
Leal a Dilma, Izabella sabe que o governo não entende a sustentabilidade
como "eixo matricial das políticas públicas", conforme tem defendido há
décadas o colega e amigo jornalista Washington Novaes. Sabe também que boa
parte de seus colegas de primeiro escalão – a maioria absoluta, vá lá –
ainda vive, pensa e age como se não experimentássemos uma crise ambiental
sem precedentes na história da Humanidade. E aí, o que fazer?
A ex-ministra Marina Silva pediu demissão alegando que perderia o pescoço,
mas não o juízo.
O ex-ministro Carlos Minc bateu boca em público com mais de um ministro que
lhe deixou "verde" de raiva pelo atropelamento das mais básicas cartilhas
ambientais.
Izabella vai ficando. Que incomode bastante.


*Foto: Martim Garcia/Divulgação/MMA






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Gustavo Belic Cherubina
São Paulo - SP
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"Se a galáxia é pura energia em suas multidimensões, e o equilibrio atômico
é a grande verdade da vida, então que eu possa me sentir plenamente como uma
partícula desta boa energia transformadora do meio. Viva a energia
transformadora! Viva a boa energia, a energia do bem!"


"É fácil destruir, porque sozinho você é capaz de grandes feitos.
É difícil construir porque apenas com muitas pessoas o sucesso é conquistado

Entre o fácil e o difícil, fico com a dura construção coletiva.
Dure o tempo que durar, estarei junto com todos na construção de uma nova
realidade socioambiental."

"Até o presente momento, jamais foi encontrada VIDA fora do Planeta Terra.
Isso nos lembra da rara biodiversidade que temos aqui em nosso Planeta,
provavelmente, a maior valiosidade e raridade de todo o Universo! Qual é o
preço desta Vida presente no Planeta Terra ?!"
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