--Sem politicagens com p minusculo, mas com Defesa da nossa Mata Atlantica, com D maíusculo.E ai, amigos da RMA, como ficam as denuncias abaixo?Vamos ser todos coniventes com o nosso novo ALIADO POLITICO (com P maiúsculo????)Daniel,
Por favor, divulgue uma informação importante para as listas.
Paulo Bornhausen, atual parceiro de Miriam Prochnow, que plantou junto com ela uma muda de imbuia, é o atual Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Santa Catarina, que controla a fiscalização de meio ambiente, ou seja, o órgão ambiental estadual, FATMA, está subordinada a ele. A Mata Atlântica está em perigo em Santa Catarina. O desmatamento está fora de controle, nitidamente liberado. A fiscalização não está multando ninguém. Não adianta denunciar. Nem o Ministério Público está conseguindo fazer com que os infratores sejam punidos. O desmatamento de 2013 deverá bater recorde. Nunca se desmatou tanto em SC como em 2013. Liberou geral.
Sinta o drama da Mata Atlântica em SC nesta matéria
FATMA-SC licencia EXTRAÇÃO DE AREIA EM DUNAS em Imbituba-SC- Santuário da BALEIA FRANCA -baseado resolução CONAMA - INTERESSE SOCIAL
Portal G1 (Rede Globo) 04/11/2013 07h26 - Atualizado em 04/11/2013 07h36
Assista ao vídeo (MUITO BOM) neste link da matéria que explica bem todo o problema, a gigantesca montanha de areia extraída nos últimos 10 anos, a mobilização dos moradores (uma das lideranças é professora local), o argumento da jovem advogada da mineradora que justifica que uma RESOLUÇÃO DO CONAMA permite este tipo de mineração em APP por ser de INTERESSE SOCIAL.
Extração de areia de dunas de SC gera polêmica no Sul do estado
Atividade ocorre há dez anos entre as praias Ribanciera e Ibiraquera.
Empresa tem licenças para minerar na área de preservação permanente.
Uma empresa de construção civil está retirando areia das dunas entre as praias da Ribanciera e Ibiraquera, em Imbituba, no Sul de Santa Catarina. A área é considerada de preservação permanente (APP) e a companhia responsável pela atividade possui autorização das entidades ambientais para realizar a extração. Moradores da região e ambientalistas entraram na Justiça pedindo o fim da atividade, através de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF). O caso tramita há cerca de oito anos, conforme reportagem exibida pelo Estúdio Santa Catarina (veja o vídeo).
O MPF pediu a interrupção dos trabalhos e teve o pedido acatado pela Justiça de Tubarão. A empresa obteve uma liminar do Tribunal Federal, em Porto Alegre, para seguir a exploração da área. O MPF recorreu e a decisão foi derrubada, mas a mineradora conseguiu reverter a sentença e retomou os trabalhos.
Segundo os moradores, as dunas estão sendo utilizadas pela indústria há cerca de dez anos. "É um ambiente frágil e que se locomove em função dos ventos. Tem que ser preservado como está", disse Jorge Freitas, coordenador de gestão ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina.
Areia é usada para produção de argamassa,
segundo empresa (Foto: Reprodução da RBS TV)Rode Martins, advogada da empresa responsável pela extração, afirmou que a areia é destinada, principalmente, para a indústria de argamassa. A organização possui licença de exploração e uso da área para a atividade. De acordo com a reportagem, a resolução 369/2012 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) autoriza a extração em áreas de APP, como as dunas, quando se trata de minerais considerados de bem social, como areia, brita e cascalho, por exemplo. O novo Código Ambiental possui um regramento que confirma a possibilidade de minerar em APP.
"Na medida em que a gente não tem um avanço tecnológico de um produto substituto, esse produto é essencial à coletividade, assim como todos os outros bens minerais que não se tem substituto. O particular que explora só tem uma obrigação: produzir adequadamente aquele insumo e entregar para a sociedade em quantidade e qualidade exigida e ter o lucro justo para se interessar pela atividade", declarou Rode Martins.
De acordo com uma perícia realizada na área em setembro deste ano, as dunas correm o risco de desaparecer. Com base nesses resultados, a promotoria pretende pressionar o Tribunal de Justiça Federal pelo julgamento definitivo do caso. "Nós queremos primeiro uma posição do muncípio com relação às leis municipais. O primeiro passo é pedir essa posição, depois vamos para outras esferas", explicou o coordenador do SOS Dunas da Ribanceira, Luiz Antônio da Silva.
Conforme Freitas, a extração no local já causou danos irreversíveis. "Mesmo que a Justiça determine que parem de tirar areia dali, o problema amnbiental já e enorme e não tem mais como ser reparado", concluiu.
Daniel Kurupira
ibiosfera.org.br"Se a galáxia é pura energia em suas multidimensões, e o equilibrio atômico é a grande verdade da vida, então que eu possa me sentir plenamente como uma partícula desta boa energia transformadora do meio. Viva a energia transformadora! Viva a boa energia, a energia do bem!""É fácil destruir, porque sozinho você é capaz de grandes feitos.É difícil construir porque apenas com muitas pessoas o sucesso é conquistado.
Entre o fácil e o difícil, fico com a dura construção coletiva.Dure o tempo que durar, estarei junto com todos na construção de uma nova realidade socioambiental."
"Até o presente momento, jamais foi encontrada VIDA fora do Planeta Terra. Isso nos lembra da rara biodiversidade que temos aqui em nosso Planeta, provavelmente, a maior valiosidade e raridade de todo o Universo! Qual é o preço desta Vida presente no Planeta Terra ?!"
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